terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

OAB-Ordem dos Advogados do Brasil, pede paralisação de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte - Pará


ATÉ CUMPRIR CONDICIONANTES

Da Redação - 07/02/2011 -
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) defendeu a paralisação imediata das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, até que sejam cumpridas todas as condicionantes exigidas para execução do projeto. O presidente da entidade, Ophir Cavalcante, pediu que a Justiça analise com urgência a ação do MPF (Ministério Público Federal) que pede a suspensão da licença parcial concedida pelo Ibama para o início das obras.
O MPF questiona a legalidade da licença parcial, concedida no final de janeiro, porque as condicionantes previstas na licença prévia não estariam sendo cumpridas em sua totalidade. "Belo Monte só pode iniciar sua construção mediante o cumprimento das condições essenciais para o início da execução das obras, e sem isso é ilegal o início das mesmas", disse Ophir Cavalcante, que se posicionou sobre o tema depois de receber em seu gabinete Jarbas Vasconcelos, presidente da OAB-PA, e o vice governador do Pará, Helenilson Pontes.
"A postura do governo federal é contraditória, não tem respaldo legal, e a OAB não pode concordar com esse tipo de licença parcial não prevista em lei, que remete para depois o cumprimento de todas as condicionantes", afirmou Ophir.

Participação da sociedade

Para o presidente da OAB, a sociedade civil e o governo do Pará devem ter mais participação na execução do projeto da usina hidrelétrica no Rio Xingu. 
"Não se pode continuar nessa atitude colonialista do governo federal em relação aos Estados, sobretudo no que diz respeito a esses grandes projetos nacionais; é preciso maior participação dos Estados e da sociedade", criticou Ophir Cavalcante
http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticia/OAB+PEDE+PARALISACAO+DE+OBRAS+DA+USINA+DE+BELO+MONTE_73005.shtml

domingo, 6 de fevereiro de 2011

POLUIÇÃO DOS MARES - UMA PARTE MENOS EVIDENTE DA DESTRUIÇÃO DO PLANETA PELA ATIVIDADE HUMANA

Foto: epubblica.it
Praia repleta de lixo plástico após um dia de ressaca
Entre outros produtos criados pelo homem, o plástico que é encontrado em lugares pouco comuns, faz parte da revolução do mundo moderno. Mas, apesar desse aspecto, quando ele é constituído por material polimérico-sintético, que não se biodegrada, seus pedaços apenas se desintegram em pequenos fragmentos, que conservam os polímeros (compostos químicos que contêm elementos tóxicos) em proporção relativa e quantidade absoluta que, por sua vez, contaminam o meio-ambiente.

Talvez, essa informação seja nova, mas todos nós sabemos que grandes quantidades de resíduos, provenientes de centros urbanos, chegam aos oceanos diariamente. Para constatar essa informação, basta caminhar por uma praia após um dia de ressaca e observar o lixo acumulado na areia. No entanto, quando os resíduos não são expelidos pelo mar, eles bóiam de acordo com as correntes marítimas, se aglomeram e formam uma enorme camada flutuante, principalmente de plástico, que funciona como uma esponja que concentra grande quantidade de Poluentes Orgânicos Persistentes de (POPs), caso da Grande Mancha de Lixo do Pacífico Norte que interfere no ecossistema, pois qualquer peixe ou animal marinho que se alimenta na região, ingere altos índices de toxinas que, de forma direta ou indireta, também acabam sendo introduzidos na cadeia alimentar humana.
Aglomerado de lixo visto de dentro do oceano

A grande concentração de lixo no Pacifico Norte

Em 1997, após participar da Transpacific Yacht Race (regata entre Los Angeles e Havaí), ao retornar para o sul da Califórnia por uma área pouco navegável, onde faltam ventos e correntes marítimas, o oceanógrafo Charles J. Moore e sua tripulação confirmaram a existência de uma Grande Mancha de Lixo no Pacífico, já prevista em 1988 pelo órgão norte-americano National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a partir dos resultados obtidos por pesquisadores que, entre 1985 e 1988, mediram os neustônicoplasticos (agregações não-organismal flutuante) existentes no oceano. Embora Moore tenha avistado um grande campo de destroços, formado por pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas, bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e demais tipos de plástico, em diferentes estados de conservação, o problema é bem maior, porque o lixão marítimo é constituído, principalmente, por partículas não visíveis a olho nu, que também não podem ser captadas por fotografias de satélite. Pesquisadores estimam que cerca de 80% desse sopão é resultante de aterros sanitários e de despejos de resíduos, realizados por países banhados pelo mar. Já os 20% restantes provêm de navios comerciais.

Todo esse material que flutua à deriva entre a Califórnia (EUA) e o Japão, alcança um ponto próximo ao noroeste da Austrália, região do chamado Giro do Pacífico Norte, onde se dá a convergência de quatro grandes correntes marítimas de movimento lento, que atrai e possibilita o acúmulo de plástico que, aos poucos, devido à ação do sol e dos ventos, se desintegra em pequenos fragmentos que, por sua vez, permanecem flutuando, numa espécie de redemoinho condensado de tamanho indeterminado, mas de grande proporção, que já chegou a ser comparado ao dobro do território norte-americano do Texas.

Cerca de 80% desse sopão é resultante de aterros sanitários e de despejos de resíduos, realizados por países banhados pelo mar.
Pássaro marinho tenta se alimentar de uma garrafa plástica
Foto: Wikimedia Commons / sfcitizen.com
Com pouco fitoplâncton disponível, animais marinhos ingerem pedaços de plástico e se intoxicam

 Interferência do sopão no ecossistema

Como a Grande Mancha de Lixo do Pacifico Norte
vem se formando desde que o plástico passou a ser
utilizado pelo homem, pedaços do material que
ainda não se desintegraram, se concentram na
coluna de água superior, enquanto pequenos
fragmentos e minúsculas partículas ficam,
parcialmente, submergidos na base do
redemoinho de resíduos.
Esse amontoado de lixo atrai peixes, aves e
animais marinhos que acabam se alimentando
de uma boa concentração de polímeros porque,
segundo estudos realizados por diversos
pesquisadores, incluindo o próprio Moore, há
seis vezes mais plástico nessa parte do oceano
do que fitoplâncton, que é a base da cadeia
alimentar marinha. Em consequência, pelo
menos 267 espécies marinhas que habitam o
Giro do Pacífico Norte são afetadas de um
modo ou outro pelos detritos plásticos.

Esse fato já foi averiguado e comprovado
por pesquisadores do Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente que, ainda
concluíram que o impacto devastador da ação
humana sobre os oceanos é responsável pela
morte de mais de um milhão de aves marinhas,
sem contar tartarugas, tubarões e centenas de
espécies de peixes que, ao ingerirem resíduos
plásticos, quando não se sufocam com os
maiores pedaços, passam a sofrer de
perturbações hormonais, orgânicas e até
estruturais.
Diante desse quadro, considerando que os
vestígios deixados pelos homens sempre
revelaram a história da Humanidade, fica
uma pergunta que visa à reflexão:
o que será contado sobre nós daqui a 
alguns séculos?

Foto: green-living.families.com
O rejeito colorido custa muito a degradar

Foto: NOAA
Pesquisadores retirando resíduos plásticos do Atlântico Norte, ao largo da costa leste norte-americana

Já que o problema persiste...


Na última conferência Ocean Sciences
Meeting, realizada em novembro de 2010,
em Portland (EUA), foi apresentada outra
“ilha” de lixo que cresce em pleno Atlântico
Norte, numa extensa zona localizada entre a
costa leste da Flórida e as Bermudas.
Sua existência também já era conhecida
desde a década de 1980, mas pesquisadores
do Sea Education Association, do Woods
Hole Oceanographic Institution e da
Universidade do Havaí, em Honolulu,
aproveitaram a ocasião para anunciar o
montante da recolha, feita em redes puxadas
e por meio da coleta de resíduos plásticos
que flutuam à superfície do mar, junto a
organismos marinhos.
As amostras que foram colhidas entre 1986
e 2008, por mais de sete mil estudantes
universitários, em 6.136
localidades no Mar do  Caribe e Atlântico
Norte, ao largo da costa leste norte-americana,
evidenciam que a grande maioria dos restos
de plástico, que não tem mais de um centímetro
de dimensão, se origina de embalagens
destinadas aos consumidores.

Foto: NOAA
Pequena formação de corais envolvia por saco plástico
Embora sua densidade seja calculada em
mais de 200 mil fragmentos de detritos
por quilômetro quadrado, tal como a "ilha"
de lixo do Pacifico Norte, o sopão plástico
do Atlântico Norte não tem um tamanho
determinado, principalmente, porque os
resíduos que contêm altas concentrações
de POPs acompanham as correntes e udam
de fuso em até 1.600 quilômetros em direção
norte e, de forma sazonal, em direção sul,
durante o fenômeno do El Niño (nome dado
a alterações significativas de curta duração
- 12 a 18 meses - na distribuição da temperatura
da superfície da água do Oceano Atlântico
que provoca profundos efeitos no clima),
interferindo de maneira ainda desconhecida
no ecossistema da região.
No entanto, ao contrário da “ilha” de lixo
do Pacifico Norte que sempre se destacou na
mídia, o sopão plástico do Atlântico Norte, até
então, vinha sido ignorado.
Entretanto, segundo estudos do NOAA, que
foram realizados entre janeiro e fevereiro de
2010, o giro do Atlântico Norte mantém uma
concentração de lixo que é capaz de produzir
poluição marinha em padrão e quantidade
similar a que foi encontrada na Grande Mancha
de Lixo do Pacifico Norte.

Sobre a designação “ilha” de lixo
Considerando que há cinco grandes giros
subtropicais nos oceanos Pacífico Norte,
Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul
e Índico, é quase certo que novas  zonas de
acúmulo de resíduos plástico surgirão nos
próximos anos, tanto que já foi constatado
que há indícios de uma nova formação no
Oceano Indico.
Contudo, chamar tais concentrações de lixo
plástico de “ilha”, não é a forma mais correta
de se referir ao evento.
Essa designação foi cunhada apenas para chamar
a atenção da grande massa. As manchas de lixo
deveriam ser nomeadas de sopão plástico porque,
na verdade, os resíduos não se condensam; eles
somente se fragmentam e se acumulam, devido
à atração exercida pelos giros, porém permanecem
espalhados em uma espécie de concentração que,
por vezes, fica presa as correntes em forma de
redemoinho.
Se, realmente, eles formassem ilhas, mesmo que
a um alto custo, seria possível limpar os oceanos.
Por enquanto, a melhor forma de minimizar o
problema, é o descarte correto do lixo plástico -
de preferência longe das margens dos rios, dos
mangues e até do mar -, a reciclagem do material
em alta escala, a substituição gradativa do mesmo
e até o simples recolhimento dos destroços que
chegam à praia, para evitar a volta dos resíduos
ao mar.
Foto: Google Earth
Mapa dos cinco grandes giros subtropicais dos oceanos


Fonte:

http://portalcienciaevida.uol.com.br 


Cidadãs brasileiras recorrem à Força Aérea Portuguesa para deixar o Egipto


A brasileira Fernanda Fonseca (Foto: Jair Rattner/BBC Brasil)
A brasileira Fernanda Fonseca (Foto: Jair Rattner/BBC Brasil)

Duas cidadãs brasileiras que estavam no Egipto durante os protestos dos últimos dias recorreram a um avião da Força Aérea Portuguesa/FAP para deixar o país.

O avião português chegou a Lisboa na quinta-feira (3) e, além das brasileiras, retirou do Egipto cidadãos portugueses e de outros países, como espanhóis, franceses, holandeses, guineenses e malaios.

Fernanda Fonseca, de 21 anos, uma das duas brasileiras transportadas pela FAP, disse que decidiu deixar o país para diminuir a preocupação do pai, que mora no Brasil.

Mais de 416.260 pessoas assinaram já a petição para parar a desastrosa barragem de Belo Monte

Incrível, mais de 416.260 pessoas assinaram a petição para parar Belo Monte. Nós só temos cinco dias até a entrega espetacular da petição em Brasília! Encaminhe este email para todos -- vamos conseguir 500.000.

Caros amigos,


O governo já emitiu a licença inicial para Belo Monte e as empreiteiras podem começar a derrubada das árvores a qualquer momento! A nossa petição urgente para parar esta barragem será entregue em Brasília dentro de 5 dias, assine agora:

Chegou a hora de uma ação urgente, o governo já liberou a derrubada de árvores para abrir o canteiro de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte.

A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.

A Amazônia é um tesouro incalculável, por isto precisamos gerar uma indignação imediata. Nos últimos dias centenas de brasileiros inundaram o gabinete da Presidente Dilma com telefonemas, e mais de 416.260 pessoas já assinaram a petição. Agora, vamos aumentar a pressão. Assine a petição de emergência para a Dilma parar Belo Monte e proteger a Amazônia -- ela será entregue de forma espetacular com os parceiros indígenas da Avaaz em Brasília na semana que vem:

http://www.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

A Eletronorte, quem mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que a licença para iniciar as obras seja liberada mesmo antes do projeto cumprir as normas ambientais.

Especialistas que estudaram o projeto concordam que a usina é uma catástrofe ambiental. Três semanas atrás o ex-Presidente do IBAMA se demitiu ao se recusar a ceder a pressão política para assinar a licença de Belo Monte. Mas o governo federal rapidamente apontou Américo Ribeiro Tunes, um substituto leal que caladamente assinou a licença pouco depois de assumir o cargo.

A hidrelétrica iria inundar pelo menos 400.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.

Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.

A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro. O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:

http://www.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.

Com esperança

Ben, Graziela, Alice, Ricken, Rewan e toda a equipe da Avaaz

Fontes:

Belo Monte derruba presidente do Ibama:
http://colunas.epoca.globo.com/politico/2011/01/12/belo-monte-derruba-presidente-do-ibama/

Belo Monte será hidrelétrica menos produtiva e mais cara, dizem técnicos:
http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/04/belo-monte-sera-hidreletrica-menos-produtiva-e-mais-cara-dizem-tecnicos.html

Vídeo sobre impacto de Belo Monte:
http://www.youtube.com/watch?v=4k0X1bHjf3E

Uma discussão para nos iluminar:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101224/not_imp657702,0.php

Questão de tempo:
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/01/13/questao-de-tempo-356318.asp

Dilma: desenvolvimento com preservação do meio ambiente é "missão sagrada":
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110101161250&assunto=27&onde=Politica

Em nota, 56 entidades chamam concessão de Belo Monte de 'sentença de morte do Xingu':
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/08/26/em-nota-56-entidades-chamam-concessao-de-belo-monte-de-sentenca-de-morte-do-xingu-917481377.asp

Marina Silva considera 'graves' as pressões sobre o Ibama:
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,marina-silva-considera-graves-as-pressoes-sobre-o-ibama,475782,0.htm

Segurança energética, alternativas e visão do WWF-Brasil:
http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/posicao_barragens_wwf_brasil.pdf


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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ELEIÇOES GERAIS EM CABO VERDE, A 06 DE FEVEREIRO DE 2011

CABO VERDE VAI A VOTOS A 06 DE FEVEREIRO DE 2011

Serão no próximo Domingo, 06 de Fevereiro de 2011. Cabo Verde irá aos Votos e o povo escolherá por votação secreta os seus deputados e o Presidente da Republica convidará o Partido mais Votado para indicar quem será o Chefe de Governo para os próximos quatro anos!

As ruas estão coloridas com as cores dos Partidos, melhor, dos dois Maiores Partidos, os dois com vocação governamental. O PAICV, partido no poder e da Independência, pois  é o herdeiro do PAIGC e o MPD, o maior Partido da oposição, criado aquando da abertura Política, também já foi Governo. São os dois concorrentes de peso, até porque são eles os que candidataram em todos os círculos eleitorais, dentro e fora do País.

Na verdade, são cinco os Partidos concorrentes,  PAICV, MPD, UCID, PTS e PSD. Os três últimos apenas concorreram em alguns círculos, UCID que já foi o rosto da resistência ao Partido Único candidatou para cinco círculos eleitorais. O PTS, um dos mais novos partidos concorreram em três círculos. O PSD, porventura o menor de todos, em dois círculos, ambos na Ilha de Santiago.

Cabo Verde mais parece que está no Carnaval prolongado, é um SAMBA e um BATUQUE permanente e continuo nas ruas das cidades... Uma poluição sonora... que só terminará no dia 06 de Fevereiro, dia em que um dos dois maiores Partidos estará em festa e outro triste com a derrota resignará e iniciará a Oposição ao 
Governo e preparará para ”carregar as baterias” para a próxima eleição que será daí a quatro anos.

É mesmo um Carnaval Político,  Graças a Deus, a Democracia usa apenas palavras para tentar convencer aos populares a quem devem votar. Aqui e ali surgem alguns excessos, nada de grave, e como em todas as Democracias, os Tribunais e a CNE são chamados. As sequelas das eleições duraram mais alguns tempos para que sejam totalmente tratadas e cerradas… Os juízes entrarão em acção e cumprirão o seu papel fundamental.    

Esperando que tudo corra tal como tem sido desde que o Partido Único viu-se obrigado a se transformar e dar lugar a alternância política e saudável da Democracia, onde a propaganda política e a campanha eleitoral são as “armas” únicas do garante da Paz Social. Termino dizendo que:

PAICV é a sigla do Partido Africano da Independência de Cabo Verde
MPD é o Movimento Para a Democracia
UCID é a União Cabo-verdiana Independente e Democrática
PTS é o Partido de Trabalho e Solidariedade
PSD é o Partido Social Democrático Cabo-verdiano
CNE é a Comissão Nacional da Eleição
PAIGC é o Partido Africano para Independência da Guiné e Cabo Verde


João P. C. Furtado
Embaixador de Poetas del Mundo para Cabo Verde

Praia, 31 de Janeiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

EDP doa bicicletas do World Bike Tour para Instituto Criança Cidadã


Na festa de aniversário de São Paulo, a comemoração ficou também com o Instituto Criança Cidadã (ICC), em Guarulhos, que recebeu 83 bicicletas do Grupo EDP.

A doação foi uma iniciativa da Companhia, que patrocinou a 3ª edição do Bike Tour São Paulo, maior passeio ciclístico em homenagem ao aniversário da Cidade, no dia 25 de janeiro.

A ação da empresa estimulou tanto os colaboradores que participaram do evento, quanto outros participantes a doar sua bicicleta utilizada no tradicional passeio.

Esta é a terceira vez que a EDP patrocina o evento Bike Tour São Paulo, mas é a primeira vez que seus profissionais decidiram pedalar pela solidariedade. Nos anos anteriores as bicicletas eram levadas para casa, neste ano, ao término do passeio, as bicicletas foram entregues aos representantes do Instituto Criança Cidadã.

                                   
A EDP Energias do Brasil, que adota a marca EDP, é a holding que consolida ativos de energia elétrica nas áreas de geração, comercialização e distribuição (EDP Bandeirante e EDP Escelsa). É controlada pela EDP Energias de Portugal.

O Instituto Criança Cidadã (ICC), criado em 1999, é uma instituição sem fins lucrativos, reconhecida de utilidade pública federal, estadual e municipal e certificada como entidade beneficente de assistência social. A rede do ICC é composta por 15 Unidades Educacionais, que atendem mensalmente a mais de 5.500 pessoas, entre crianças, jovens e adultos, por meio de quatro projetos sócio-educativos: Transmitindo Cidadania, Gerando Talentos, Manancial de Produção e Nossa Comunidade.

A missão do ICC é investir na formação de futuras gerações, promovendo a educação, a cultura e a assistência à criança e ao adolescente, garantindo o exercício de sua cidadania e propiciando o desenvolvimento comunitário com projetos de excelência centrado em uma pedagogia que contribua de forma significativa para o desenvolvimento integral de todos os atendidos.

Pela liberdade e democracia para os egípcios contra a ditadura - Solidariedade Internacional

Caros amigos,




Manifestantes egípcios corajosos irão determinar o que irá prevalecer no Egito e região: a tirania ou a democracia. Eles apelaram para a solidariedade internacinonal – vamos demonstrar um apoio massivo e pedir para os nossos governos apoiarem eles também:

Milhões de egípcios corajosos estão enfrentando uma escolha crítica. Milhares foram presos, feridos e mortos nos últimos dias. Mas se eles insistirem em se manifestar de forma pacífica, eles poderão acabar com décadas de tirania.

Os manifestantes apelaram para a solidariedade internacional, mas a ditadura sabe que a união faz a força em um momento como este, portanto eles estão desesperadamente tentando isolar os egípcios do resto do mundo e desunir a população completamente, bloqueando a internet e telefones celulares.

Redes via satelite e rádio ainda podem driblar o apagão do regime -- vamos inundar estes canais de comunicação com um chamado de solidariedade para mostrar aos egípcios que estamos com eles, e que nós exigiremos um posicionamento dos nossos governos para apoiá-los também. A situação está por um fio -– cada hora conta -- clique abaixo para assinar a mensagem de solidariedade e depois encaminhe este email:

https://secure.avaaz.org/po/democracy_for_egypt/?vl

O poder popular está se espalhando pelo Oriente Médio. Em dias, manifestantes pacíficos derrubaram a ditadura de 30 anos da Tunísia. Agora os protestos estão se espalhando para o Egito, Iêmen, Jordânia e além. Isso pode se tornar a derrubada do muro de Berlim do mundo árabe. Se a tirania for derrubada no Egito, uma onda democrática poderá se espalhar por toda a região.

O ditador egípcio Hosni Mubarak tentou esmagar os protestos. Mas os protestos continuam, com uma coragem e determinação incríveis.

Há momentos no planeta em que a história é escrita não pelos poderosos, mas pelo povo. Este é um deles. As ações dos egípcios nas próximas horas terão um efeito massivo no seu país, região e no mundo. Vamos congratulá-los com um manifesto de solidariedade, mostrando que estamos ao lado deles nesta luta:

https://secure.avaaz.org/po/democracy_for_egypt/?vl

A família de Mubarak já fugiu do país, mas neste fim de semana, ele colocou o exército nas ruas. Ele prometeu tolerância zero para o que ele chama de “caos”. De qualquer forma, a história será escrita nos próximos dias. Vamos usar este momento como exemplo para cada ditador no planeta, mostrando que eles não vão durar, frente à coragem de um povo unido.

Com esperança e admiração pelo povo egípcio,

Ricken, Rewan, Ben, Graziela, Alice, Kien e toda a equipe da Avaaz

Leia mais:

Manifestantes convocam greve geral e passeata apesar de gestos de Mubarak:
http://www.bbc.co.uk/news/world-middle-east-12303564

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hUh7xjPXnWCoxDJyBSUwcsBNxeGw?docId=CNG.89d0ef788bc15f982b5143260ae6befb.21

Egito está "no início de uma nova era", diz ElBaradei:
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gJfTYJ6h7PZmJasIeyRiFiAswLfg?docId=CNG.d5e7dd1f2e7c4521a8354284c972c2e1.301

Egito: Continua a contestação ao regime:
http://pt.euronews.net/2011/01/31/egito-continua-a-contestacao-ao-regime/


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Responsabilidade social como forma de combate à exclusão




Por: Vanessa Carmina Bueno - advogada e colaboradora da Associação Lusofonia Cultura e Cidadania
Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania (ALCC)

Depois de uma breve introdução sobre exclusão social e associativismo imigrante, esta apresentação visa abordar a responsabilidade social como forma de combate à exclusão, tomando a Associação Lusofonia Cultura e Cidadania (ALCC) como estudo de caso.

A Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania, ALCC é uma associação sem fins lucrativos, que iniciou as suas actividades em 2000, e que foi constituída legalmente em 2007, mantendo o objectivo inicial de dar apoio aos imigrantes de língua portuguesa, em Portugal.
Nasceu da vontade de intervir em situações que envolvessem imigrantes lusófonos com a finalidade de promover a integração legal e social desta população.

Desde o inicio, a ALCC tem buscado soluções e alternativas para promover a inserção do imigrante na sociedade, e para facilitar o seu acesso aos serviços necessários à sua sobrevivência, tais como: saúde, inserção social, trabalho, entre outros.

A ALCC procura dentro de seu espaço de acção, criar na população um sentimento de pertença a comunidade local, que promova uma integração com a cidadania, e que venha a gerar conceitos de direitos e deveres a todos aqueles que escolheram Portugal como país de residência.
Para isso, a ALCC utiliza diversas técnicas para sensibilizar, esclarecer, divulgar, promover e transmitir conhecimentos sobre várias temáticas como: Cidadania e Inclusão, Empreendedorismo, Formação, Igualdade de Oportunidades, especificamente Género e Imigração.

1. Exclusão Social

O ano de 2010 foi escolhido como o ano Europeu do combate à Pobreza e Exclusão Social, e quando falamos em exclusão, as causas deste estado podem ser variadas e vão desde não ter dinheiro suficiente para se alimentar ou vestir, ter uma habitação sem condições ou não ter mesmo uma casa ou ainda ter opções de vida limitadas que possam levar à exclusão social.

E estas situações não afectam apenas o bem-estar das pessoas, limitam também a sua capacidade de intervenção cívica e prejudicam o desenvolvimento económico de cada país.
A pobreza não é somente “ter ou não ter”, é uma questão de bem-estar, é a pobreza de felicidade, é uma pobreza complexa, que cada pessoa poderá apresentar de forma diferente.

A exclusão não é um fenómeno de ordem individual, e nem sempre ocorre de uma pobreza voluntária, pois é um fenómeno social cuja origem deve ser enquadrada nos princípios de funcionamento das sociedades modernas.

A exclusão é um processo em curso que afecta cada vez mais pessoas e se tem vindo a expandir, com novas formas e identidades.
O problema da exclusão é inerente a exclusão social, cultural e cívica, por isso a importância de sensibilizar a todos e mostrar que existe uma responsabilidade colectiva e que todos têm um papel a desempenhar no actual cenário.

É preciso um reconhecimento dos direitos das pessoas em situação de pobreza e exclusão social para que elas possam viver com dignidade e participar plenamente na sociedade. É preciso existir um sentimento de pertença colectiva relativamente às políticas de inclusão social, salientando a responsabilidade de todos na resolução da pobreza e da marginalização.
Para promover uma sociedade mais coesa, é preciso um sentimento de compromisso de todos os indivíduos, porque um progresso real requer um esforço a longo prazo que envolva todos os níveis de governação.

Portanto, é preciso unir forças e desenvolver iniciativas, seja iniciativa do Estado ou da Sociedade Civil.
O trabalho Associativo, por exemplo, é um instrumento fundamental para desenvolver actividades e campanhas de sensibilização neste âmbito.
Trabalhar a inclusão social das pessoas é garantir-lhes um melhor acesso à participação aos processos de tomada de decisão que afectam a sua vida e um melhor acesso aos direitos fundamentais.

2. Associativismo Imigrante

O movimento associativo imigrante tem um papel relevante no Estado português, no contributo para a definição de políticas públicas sobre imigração e na construção de uma sociedade intercultural, com o objectivo de preservar a identidade cultural de origem e integração na sociedade de acolhimento.
A promoção da interculturalidade, que basicamente trabalha no sentido de integrar e incluir os imigrantes na sociedade portuguesa, visa o conhecimento das diferentes culturas e religiões e da construção de uma atitude de respeito mútuo e de afecto pela diversidade, quer dentro das fronteiras nacionais, quer na relação de Portugal com o mundo.

Em Portugal o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural – ACIDI, desenvolve várias acções de sensibilização, estudos sobre as temáticas da imigração diálogo intercultural e juntamente com as várias associações de imigrantes busca desenvolver uma cidadania activa, aberta ao mundo, que respeita a diversidade cultural e o sentimento de pertença a Portugal.
Cabe ressaltar o importante trabalho das associações como interventoras e dinamizadoras das políticas sociais no combate a exclusão social, pois juntamente com o Governo, Parceiros Privados e Voluntários buscam recursos para que possam atender as necessidades básicas dos indivíduos.

3. Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania no combate à exclusão social

A Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania, ALCC é uma associação sem fins lucrativos, que iniciou as suas actividades em 2000, e que foi constituída legalmente em 2007, mantendo o objectivo inicial de dar apoio aos imigrantes de língua portuguesa, em Portugal.
Nasceu da vontade de intervir em situações que envolvessem imigrantes lusófonos com a finalidade de promover a integração legal e social desta população.

Desde o inicio, a ALCC tem buscado soluções e alternativas para promover a inserção do imigrante na sociedade, e para facilitar o seu acesso aos serviços necessários à sua sobrevivência, tais como: saúde, inserção social, trabalho, entre outros.
A ALCC procura dentro de seu espaço de acção, criar na população um sentimento de pertença a comunidade local, que promova uma integração com a cidadania, e que venha a gerar conceitos de direitos e deveres a todos aqueles que escolheram Portugal como país de residência.
Para isso, a ALCC utiliza diversas técnicas para sensibilizar, esclarecer, divulgar, promover e transmitir conhecimentos sobre várias temáticas como: Cidadania e Inclusão, Empreendedorismo, Formação, Igualdade de Oportunidades, especificamente Género e Imigração.
Visando minimizar as dificuldades, a ALCC oferece atendimento e acompanhamento psicossocial, que dão acesso aos imigrantes a serviços e consultorias com Advogada, Assistente Social e Psicóloga tanto a nível individual como familiar.

Além dos atendimentos a ALCC desenvolve projectos de responsabilidade social, tais como: Projecto de Intervenção Social, Projecto “Rede Cidadã” que acolhe e atende vitímas de violência doméstica, Projecto “ALCC vai até você” que visa informar os imigrantes sobre as leis de imigração, Projectos com idosos e crianças locais, Doações de roupas e mobiliários, Informações sobre Saúde e prevenção de doenças, Divulgação de cursos e formações, e.o

Bibliografia

Associativismo Imigrante, número especial bilingue de Migrações, revista on-line e impressa do Observatório de Imigração/Journal of the Immigration Observatory www.oi.acidi.gov.pt, coordenação editorial de Ana Paula Beja Horta (2010). Observatório da Imigração, ACIDI I.P., Lisboa

2010. Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, Revista Escolhas, n°15 (Junho de 2010). www.programaescolhas.pt, ACIDI I.P., Lisboa

ACIDI (2010), Interculturalidade. Uma realidade em Portugal? Revista B-i, n°83 (Agosto de 2010)

http://sites.google.com/site/geographiesofinclusion/NotasBiograficas


Nilzete Pacheco
Fundadora da Associação Lusofonia Cultura e Cidadania - ALCC
Associação de Imigrantes
Actual Presidente de direção
Gestora de Projectos

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A contestação de Belo Monte ou o primeiro teste da governação da nova Presidente do Brasil

Leia editorial do Estadão:

A ação ajuizada pelo Ministério Público Federal do Pará para anular a licença concedida pelo Ibama para a construção do canteiro de obras e realização de obras de melhoria nas estradas de acesso à futura Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, é mais um questionamento de um projeto polêmico e de viabilidade econômica e técnica discutível, mas que o governo quer tornar irreversível. 

 Na sua pressa, que beira a irresponsabilidade, o governo - de Lula e agora o de Dilma - vem forçando o Ibama a aprovar as licenças necessárias, o que já provocou várias substituições de dirigentes do órgão.

A troca mais recente aconteceu há pouco. Na primeira semana de seu mandato, a presidente Dilma Rousseff se reuniu com os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, para discutir o andamento do projeto e decidiram que o Ibama deveria acelerar o licenciamento da instalação do canteiro de obras. Pouco depois, o presidente do Ibama, Abelardo Bayma, pediu demissão. Foi seu substituto interino, Américo Ribeiro Tunes, quem assinou, na quarta-feira passada, a licença prévia para a montagem da área de trabalho para a construção da usina.

O governo tinha pressa porque, se o canteiro não for instalado até março, isso só será possível no ano que vem, por causa do regime de chuvas da região. O adiamento implicaria atraso de um ano no cronograma da obra e, consequentemente, no início de operação da usina - que teria de ser adiado de 2015 para 2016.

Oficialmente, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, o Ibama precisa emitir três licenças, em diferentes etapas do projeto de Belo Monte. A primeira, a licença prévia, foi concedida no primeiro semestre do ano e permitiu a realização do leilão no qual foi escolhido o consórcio responsável pela construção e operação da usina. A segunda, chamada licença de instalação e aguardada para os próximos dias, de acordo com o ministro de Minas e Energia, permitirá o início das obras. A terceira, a licença de operação, antecederá o início da produção comercial de energia em Belo Monte, daqui a alguns anos.

A que acaba de ser concedida não é nenhuma dessas. Trata-se de uma “licença de instalação específica”, cuja emissão, segundo declarou o presidente do Ibama ao jornal O Globo, teve o parecer favorável do departamento jurídico do órgão e da Advocacia-Geral da União (AGU). O Ministério Público Federal considera, porém, que a legislação não prevê a licença de instalação parcial, razão pela qual decidiu contestar na Justiça sua concessão. Além disso, lembram os procuradores, ao conceder a licença prévia de Belo Monte, o Ibama a vinculou ao cumprimento, pelo consórcio vencedor, de 40 condicionantes para a execução das obras. Nenhuma delas foi cumprida até agora.

Deve-se destacar que este é apenas um dos muitos questionamentos da usina no Rio Xingu. Empresas especializadas têm dúvidas sobre o real custo da obra, estimado em R$ 19 bilhões pelo governo, mas calculado em pelo menos R$ 30 bilhões por empresas privadas do setor. Como há dúvidas sobre o preço da obra, há também sobre o custo da energia que ali será produzida.

Apresentada pelo governo como a terceira maior usina do mundo - atrás apenas da chinesa Três Gargantas e da binacional Itaipu - com capacidade total instalada de 11.233,1 megawatts (MW), a usina de Belo Monte, no entanto, raramente produzirá no limite da capacidade. Por operar no sistema chamado de fio d”água, a usina terá sua produção condicionada ao regime do Xingu. Por isso, sua capacidade assegurada é de 4.571 MW médios, bem menor do que a máxima.

Embora mais de uma dezena de empresas privadas participem do capital da sociedade que se responsabilizará pela obra e pela operação da usina, é esmagadoramente majoritária a participação de capital estatal nela. Cerca de dois terços do capital provêm de órgãos ou empresas públicas. O envolvimento de dinheiro público e o interesse político do governo poderão até levar à conclusão da usina de Belo Monte, mas o desconhecido custo de sua construção e da energia que ela vai produzir certamente será pago pela sociedade.

 Por Reinaldo Azevedo

PASCUA LAMA, CHILE - ESTE É O NOME DE UM GIGANTESCO CRIME AMBIENTAL E DE SAQUE QUE A GANÂNCIA DE UMA MULTINACIONAL DOS EUA, LIGADA A BUSH PAI, SE PREPARA PARA COMETER. DENUNCIEMOS E LUTEMOS!

STE NOSSO BLOG-REVISTA PRÓ-CIVITAS CONTINUA SENDO UMA  PRAÇA CÍVICA, UM FORUM DE LIBERDADE, DE VIGILÂNCIA, DENÚNCIA E LUTA PELOS DIREITOS HUMANOS E PELA DEFESA DOS EQUILÍBRIOS DOS ECO-SISTEMAS NATURAIS DA NOSSA "NAVE ESPACIAL" - TERRA - NA QUAL SOMOS, SIMULTÂNEAMENTE, VIAJANTES TEMPORÁRIOS E TRIPULANTES RESPONSÁVEIS PARA ENTREGAR "ESTA BELA NAVE AZUL", QUE RECEBEMOS COMO LEGADO, EM MELHORES CONDIÇÕES DE VIAGEM SEGURA PARA OS NOSSOS FILHOS E NETOS, DO QUE AQUELAS EM QUE A RECEBEMOS.

NÃO PODEMOS ACEITAR E ADMITIR QUE TODA A VIDA DO NOSSO PLANETA CONTINUE A SER ASSASSINADA E AMEAÇADA POR PODEROSOS PREDADORES, GANANCIOSOS E ESTÚPIDOS CLEPTÓMANOS, QUE JAMAIS SE IMPORTARÃO COM SEUS PRÓPRIOS FILHOS, NETOS E BISNETOS, PORQUE ATÉ ESTÃO DISPOSTOS A ROUBAR A SUA PRÓPRIA MÃE - TERRA, SEM ESCRÚPULOS, CRIMINOSAMENTE, PORQUE CONTINUAM A COMPRAR A SUA IMPUNIDADE AOS GOVERNANTES CORRUPTOS QUE TUDO ESTÃO DISPOSTOS A VENDER, ATÉ A SUA PRÓPRIA PÁTRIA.

POR ISSO, AQUI DAMOS VOZ, HOJE, A ESTA DENÚNCIA E NOS JUNTAMOS À LUTA CONTRA O CRIME "PASCUA LAMA", QUE SE PREPARA PARA VIOLAR, ENVENENAR E CONDENAR OS BELOS GLACIARES DO CHILE, PELA AMBIÇÃO DO OURO, DA PRATA , DO URÂNIO E DE OUTROS METAIS ALI ABUNDANTES A GRANDE PROFUNDIDADE, AINDA QUE AS POPULAÇÕES HUMANAS E TODOS OS OUTROS SERES VIVOS, INCLUINDO OS PRÓPRIOS GLACIARES - UMA DAS MAIORES RESERVAS DE ÁGUA PURA DO PLANETA -  FIQUEM GRAVEMENTE AMEAÇADAS NA SUA SOBREVIVÊNCIA.

DAMOS A VOZ AOS NOSSOS AMIGOS CHILENOS E ARGENTINOS, ESCUTANDO-OS NO FUNDO DAS NOSSAS ALMAS FRATERNAIS E SOLIDÁRIAS, EM SUA PRÓPRIA LÍNGUA QUE, SENDO NESTE CASO UM CHORO E UM GRITO DE REVOLTA E PROTESTO, BEM ENTENDEREMOS COMO SE FOSSE NA NOSSA PRÓPRIA LÍNGUA.
Carlos Morais dos Santos


Grandísimos depósitos de oro, plata y otros minerales han sido encontrados bajos los glaciares.

Para llegar hasta ellos será necesario quebrar y destruir los glaciares -algo nunca concebido en la historia del mundo- y hacer 2 grandísimos huecos, cada uno tan grande como una montaña, uno para la 
extracción y otro para el deshecho de la mina.





El proyecto se llama PASCUA LAMA. La compañía se llama Barrick Gold. 
La operación esta siendo planeada por una multinacional de la cual 
es miembro George Bush padre...
Ballena blanca

El gobierno Chileno ha aprobado el proyecto para que empiece este año. 
La Única razón por la cual no ha empezado aún, es porque los campesinos han obtenido un aplazamiento.
 
Morsas

Si destruyen los glaciares, no solamente destruirán la fuente de un agua especialmente pura, contaminarán permanentemente los 2 ríos de tal forma que nunca volverán a ser aptos para consumo de humanos y animales debido al uso de cianuro y ácido sulfúrico en el proceso de extracción del mineral.
Web Bug from  http://www.argentinamining.com/site/images/PASCUA_project.jpg

Hasta el último gramo de oro será enviado a la multinacional en el extranjero y ni uno le quedará a la gente a quien le pertenece esta tierra .

A ellos sólo les quedará el agua envenenada y las enfermedades consiguientes. Los campesinos llevan bastante tiempo peleando por su tierra, pero no han podido recurrir a la TV por una prohibición del Ministerio del Interior.
Narval

Su única esperanza para frenar este proyecto 
es obtener ayuda de la justicia Internacional.
 
Ballena azul

El mundo debe enterarse de lo que esta pasando en Chile ... 
El lugar por donde empezar a cambiar el mundo es nuestro lugar.
Se ruega a la persona que reciba este mensaje 
mandarlo a noapascualama@ yahoo.ca, para que sea remitido 
al gobierno Chileno.
ElÁrtico

No a la mina abierta Pascua Lama en la cordillera andina 
sobre la Frontera entre Chile-Argentina.
Zorroártico

Pedimos al gobierno Chileno que no autorice el proyecto Pascua Lama para proteger la totalidad de 2 glaciares, la pureza del agua de los valles de San Félix y El Tránsito, la calidad de la tierra cultivable en la Región de Atacama y la calidad de vida de la gente afectada de la Región. 
   ... y  porque atrás vienen los nuestros pues la presidenta vetó la Ley de Glaciares.
NÃO DEIXE DE VER ESTES 3 VÍDEOS E, DEPOIS, FAÇA A SUA PARTE, ENVOLVA-SE LUTANDO, HOJE PELO CHILE E PELA ARGENTINA, AMANHÃ PELO BRASIL, PELA AMÉRICA LATINA, PELA ÀFRICA, PELA ÀSIA, PELO MUNDO, PELO PLANETA, SUA BIODIVERSIDADE E SEU ECO-EQUILÍBRIO, E... POR TODOS NÓS !